sábado, 6 de agosto de 2011

To louco pra ir num buteco que tem por aqui, onde ia o Vinicius de Moraes.
Mas uma coisa dessas so se faz pela primeira vez uma vez, então, quem votu levar comigo?
Po, a coisa é mesmo muito importante. Imagina, sentar a bunda no mesmo banco que sentou aquele traseirao cheio de grandes ideias e de calos de bar.
Alem disso ando apaixonado, entao nao posso levar nenhuma mulher. Ou a coisa ficaria totalmente sem gosto, a cerveja e o ambiente teriam gosto de traição, não de carne mas das minhas proprias ideias.
Pensei até em levar um bloquinho, e fingir que escrevo alguma coisa inteligente. Posso sentar la, e elogiar bundas. Mas nunca ficaria tao legal quanto aqueles elogios que aquele velho boemio ja fez..

Entao sei la, a cerveja deve ser cara. E vou esperar meu melhor amigo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sem sapiencia.

Hoje nao fui na faculdade, acho que estou doente.
Ultimamente acho que passo a maioria do tempo doente, ultimamente ando com uma estranha crenca de que tudo na verdade carrega um pouco de insalubridade.
Estou morando em um lugar muito bonito. Na verdade todos os dias acordo com o som delicado de uns  passarinhos que dormem aqui perto da janela. Um pouco depois dos passarinhos acordarem acorda o sol. Um pouco depois do sol acordo eu.

Acordo lento, quase que ao som de uma musica francesa dessas que falam sobre amor.
E já me cansei de escrever, ultimamente ando calado.

domingo, 10 de abril de 2011

A porra toda parece um blues.
Vive perdendo o que ganha, e chorando nos ombros de quem não a quer.
Nem sei se os meus estão abertos o suficiente.
Mas acorda, eu até te dou a mão, mas prometo que solto sem avisar.
E faço isso porque te amo, apesar de tudo te amo.
Beijos querida, melhora logo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Queria mandar um samba aqui em casa.
Só pra comer um pouco de sé.
Vou fazer um samba com Chico Buarque, porque gosto dele
e é dele que eles gostam.
Tiro uma fotos de carinho, com a maquina de não sei quem
essas fotos nunca voltam mesmo;
Meu samba vai ser cheio de gente bronzeada,
só bronzeados.
A cachaça vai ser boa, e a feijoada sem pé de porco.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Sono.


To com sono.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Acordei, tomei banho, desci minha mãe fez pao, no tostex, huuum com queijinho e tudo mais. Corri perdi o onibus, corri mais, perdi outro onibus, comprei 4 bilhetes de metro, passei pela catraca, entrei no segundo metro. Na minha frente tinha uma menina bonita, tentei nao ter contato corporal.
Sai do metro fiz baldiacao cheguei no cursinho, tive 2 aulas de matematica, enxi minha garrafa d'agua, redacao, fisica matematica.
Sai comi um pastel peguei o metro, desci passei pelo shopping vim andando pra casa, no caminho vi as casas bahia, varias pessoas lentas um aleijado lanchonetes barbearia loja de roupa faculdade de yoga passei pela curva esquisita-perigosa, no posto vi meu pai, beijei conversei um pouco vim pra casa, fiz carinho no cachorro liguei o computador vi um video falei com uns amigos escrevi no blog e .... Agora vou comer.

Beijos beijos =).

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Novo velho amor.

Eu mesmo acho meu blog intediante. Aqui so falo de amor, as vezes reclamo de uma coisa ou outra, mas nao sai muito disso. Acho que escrevo por aqui ja fazem uns 2 anos, desde que conheci uma menina no cursinho que tambem escrevia, acho que queria fazer parecer que gostava das mesmas coisas que ela, perdi a menina e fiquei com o blog.
Depois vieram varias outras, veio uma que viajava, passou rapido e me deixou intrigado, bem longe de qualquer outra coisa alem de uma duvida, do tipo que eu sinto quando encontro alguma coisa que me atrai, acho que uma imagem boa para descrever essa situacao seria a de um bebe olhando um balao boiando, atrativo, assim foi ela, logo passou, deixou umas marcas e uns textos a serem escritos.
Conheci tambem uma menina bem especial, bem diferente, segura, inteligente, fazia um sexo otimo, lia bons livros, assistia uns filmes esquisitos que eu fingia entender. Logo foi para longe, dessa vez nao por minha causa, mas por suas proprias "causas", foi pra italia estudar, deixou uma garrafa d'agua, duas aliancas de pedra preta, uns livros de um jornalista de direita que mais parece um psiquiatra entediado e umas ideias otimas na cabeça. Dessa gostei de verdade.
Depois vieram umas meninas com corpos bonitos, habilidades comparaveis a um tipo de kung fu intimo, essas nao deixaram nada, apenas imagens vazias de corpos com umas curvas bacanas.
Apareceu tambem essa menina loira, bonita, dizia até que tinha sido convidada pra pousar pra playboy, acho que ela tava falando de playboys, meninos ricos e tal, so queria saber de carros e status social, essa sim foi um porre o maximo que fazia era me fazer parecer um macho alfa, loiraça, chata pra cacete.
E depois de tudo isso olho pro lado e continuo tendo aquelas pessoas que me acompanham a algum tempo, meu pai, minha mae, meu cachorro( mais enrugado que nunca), um amigo, uma casa confortavel, um computador que trava e faz um barulho parecido com aquele da maquina que faz laranjada nos butecos, e pra nao complicar muito, familia, livros e ....zas.
Acho que afinal me considero um cara feliz, nao sou sabio, talvez nem muito inteligente, mas tenho do meu lado algumas poucas pessoas ou elementos capazes de me fazer feliz e cada dia mais completo, as vezes tenho a impressao de que estes simplesmente ignoram importantissimos assuntos filosoficos, ou dados nao ignoraveis, depois simplesmente percebo que essas filosofias e dados sao apenas preenchedores de um vazio existencial nao "preenchivel".
Sei la, deu vontade de bater essa papo com voce, minha querida tela branca, e meus eventuais (beeeem eventuais) leitores, adoro seus recadinhos.
Bjos abracos e zas meus queridos. Até.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tô escrevendo.


Chegaram.

Diz que eu não tô.


Diz que eu sofro em silêncio, não porque sou herói, mas porque sou covarde. Fala que nem sei mais o que é amor, me disseram que é fuga, que a coisa toda é mesmo sofrimento.

Agora, se algum deles concordar, você manda calar a boca, e sair da minha casa, porque isso não se fala.


Mas se algum deles disser o contrário, você serve uma cerveja, fala que logo que eu melhorar vou lá tomar com ele, pode garantir que não demora muito, só preciso acabar de fazer um negócio.


Pergunta se alguém tem uma idéia, ou se podem me ensinar um palavrão novo, essas coisas agente ouve de moleque, depois descobre que se está desejando pinto, excreta ou coisas assim, e acabam os palavrões. Por isso não esquece de perguntar, tô ficando repetitivo.


Quer saber? esquece tudo isso e vem pra cá, porque o que me importa mesmo é você.

segunda-feira, 20 de julho de 2009


Não sei quem lê o que eu escrevo, as vezes passo o endereço para alguem, amigo amor amiga, sei la, as vezes passo. Mas nao conheco muitos do que passam por aqui. O que é muito esquisito.
Longe, muito longe, de me comparar com o cara, mas usando umas palavras que eu ouvi (em um DVD é claro...)- "O que é estranho naqueles que te ouvem é que muitas vezes eles nem percebem que passam a saber aquilo que existe de mais intimo, aquilo que mais envergonha, aquilo que mais tentamos esconder.", quem disse isso nem disse com as mesmas palavras, porque escrevi de cabeça mesmo, mas que falou alguma coisa assim falou, quem ouviu sabe, quem nao ouviu fica só com a frase mesmo, assim elimino qualquer referência.
Nessa coisa, duas coisas são bem esquisitas, isso mesmo, duas coisas da coisa...



Uma é que muitas vezes é melhor conversar com os desconhecidos, não existe sentimento nem relação, só eu penso assim? Esquisito.



Outra é ser tão dificil e vergonhoso falar sobre sentimentos, como se depois de, sei lá, 1968... tivessem proibido o "papo profundo" é, veio o AI-5, depois foi embora o AI-5, mas ficou a censura, depois de inventarem o prozac então além de proibido ficou..."prozáico", a coisa tá totalmente "out", sorria e dance ou use um dos recursos, logo os dicionários de farmacologia serão leitura obrigatória.



O único problema disso é que daqui um tempo a coisa mais interessante e mais reacionária que faremos será assistir ao Faustão, ou num ato de extrema rebeldia passaremos o dia na internet olhando a tela bem de pertinho.



Agora vou sair, daqui a pouco comeca a novela das 7, o cara é o Chico Buarque e já que falei um posso falar outro, Geração Coca-Cola, Legião Urbana.



Abraços, valeu por passar por aqui.

Devo estar ficando louco.
Devo ter nascido com um a menos ou coisa assim.
Nao, acho que nao, acho que as coisas sao assim mesmo,
nao, nao acho nada...

Prefiro ficar quieto, assim quem sabe nao sinto nada.
Saco, continuo sentindo, e quanto mais penso no vazio, maior ele fica.
Normal, isso e existencialismo, eu devo estar triste...
Eu quero ela, mas nao posso querer.
Entao nao quero, vou esquecer, rasgo os cantinhos dos meus livros
me livro daquela planta que me lembra ela.
Mas nao quero esquecer dela.
Preciso esquecer.
O silêncio e a felicidade, sao ela.
Aqueles idiotas primitivos sao ela.
Cala a boca, pára os dedos e esquece ela.
Depois eu volto a escrever.



Não quero, quero gastar cada palavra relacionada a ela
vou esquecer do papo e do sexo.
Como?
Ela ficou no meu estômago, trava minha boca

Cala a boca seu idiota!
Ja está dito, esquece.
...
Esquecida, foda-se.

sábado, 11 de julho de 2009

Reflexoes dos 21.


Esse computador chato me enxe o saco. Um tipo de amigo esquisito que me ilude, finge que me da o mundo mas apresenta apenas imagens frias. É um prozac virtual, um antidepressivo cuja formula carrega bits e megabits e age na parte do cerebro responsavel pela fuga DOS problemas.


Santa nerdice, o google, a velocidade fascinante daqueles filmes cheios de imagens rapidas, as bundas peitos o sexo perfeito e a danca, todos assim, sem virgula mesmo, imundando meu mundo quebrando, distorcendo, destruindo os muros que antes avisavam onde terminava a fantasia. Nunca avisaram, mas deveriam.


E a teoria ? Limitada, limitante fascinante, ante ante ante, o eco faz parte da didatica.


O texto deve ter estrutura, deve ter foco, escreva em prosa, limite de linhas argumente usando o senso comum, me agrade, um pouco irritante. Faz parte do jogo, no caso do Cazuza o jogo era dele, no meu caso, nem sei qual é o jogo.

Hoje faço 21, quando era crianca pensei que seria astronauta. Nunca fui a lua mas descobri algumas estrelas por aqui mesmo, so nao me avisaram que a maioria delas seria cadente, cortaria o céu e num movimento répido desapareceria. Numa frase bonita "A efemeridade das coisas".


Aprendi a manter o silêncio e a romper com este apenas quando necessario, e de preferência no papel, porque assim tenho tempo de revisar.

E aprendi também a tomar cuidado com os idiotas, descreve-los é idiota.


Agora sou um cara mais direto, chego na cara da cachorra e digo "Ai mina, vamo transá?", nunca dá certo, ou apanho ou me envolvo, acabo fodendo, nesse caso prefiro omitir o reflexivo.


Bão, agora vou parar de escrever, será que passo?

Isso respondo quando fizer 22.


Valeu por ler meus textos viu ?

Abraços ou beijos, ou abracos e beijos ou...ou.



Ps. Desculpem os erros de portugues ou falta de acento, se releio, perco a coragem de postar.










sábado, 24 de janeiro de 2009

Cinema.


Filme todo mundo assiste, mas só alguém com muita sensibilidade e inteligência consegue fazer do sonho criado por alguns diretores uma realidade criadora de sonhos.

Assim é Cinema, sua pele esconde o drama e a comedia, os mistura,  decora e, como se tivesse crescido dentro de uma tela, a tela de um filme ideal, cria o fantástico, o belo. 

É  diretora de si, escreve seu  roteiro, nenhum  roteiro.

Atriz do mundo,  seguidora de nenhum roteiro, sua vida é arte, livre e inovadora, Cinema é sempre vanguarda.

Seu olhos, são fotografia buscam no mundo o belo, seu belo. Ao mesmo tempo em que são distantes, olhos de quem sonha, são fundos como os de  quem chora, mas tem o brilho dos olhos de quem sorri, Cinema é dual.

Em sua pele a marca da fotografia, como se tivesse consciência  da sua eterna condição, a de ser eterna lembrança do momento,cinemar por ai....

domingo, 28 de dezembro de 2008

2009.


Em 2009, vou ser mais corajoso,mais original

vou aprender mais, ler mais.
perder a vergonha de cantar e dancar
Vou aprender a chorar, com classe ou sem.


Sentir mais.


Vou aprender a aprender com tudo
e quem sabe aprender a desaprender, isso tambem é importante.
aprender, a valorizar mais o que tenho
e a escolher melhor o que preciso


Sorrir mais.


Vou beber vinho, comer mais fruta

ter conversas interessantes

Ir a shows, descobrir novos gêneros musicais


vou manter bons amigos

conhecer novos amigos


vou aprender a apreciar mais as coisas simples

vou assistir mais peças de teatro, exposições.

E menos televisão.

Vou conversar mais pessoalmente, e menos pela internet.

Terei mais contato com a natureza.



Vou amar mais.



Vou carregar, em meu peito, muitas alegrias, velhas e novas.

Carregarei também, as lições que cada tristeza me ensinou.





e vou parar de encarar as pessoas, pq uma menina inteligente disse que encarar é feio.




toc

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Para alguem especial, como prometido.


Algumas coisas com o tempo. perdem sua beleza.
Como exemplo, posso citar as flores.
São belas, mas vão murchando, perdendo sua cor e forma, o vermelho perde a força, enquanto as pétalas parecem não resistir a gravidade. 

A cor evapora e a flor, que antes olhava para o alto, agora passa a olhar para o chão, perdendo seu charme.

Mas existem coisas que nunca perdem a beleza.
Como exemplo, posso citar algo relacionado as  flores.
Pense em uma roseira.
A roseira produz muitas flores, todas belas mas com o tempo, acumulada a experiência,faz mais flores e ainda mais belas.

Cria e recria a beleza, fazendo dela eterna, a eterna beleza de uma roseira.

A rosa é efemera.
A roseira não.
 
sempre linda...

Não é só beleza;
É ideal da própria beleza.
Roseira que cria e recria nada mais que o perfeito
 
Sempre surpreendentemente linda.

Isso é você,
Roseira, rosa, pura beleza.
Superação do perfeito

Algo que não poderia  ser melhor.
Melhorado.

sempre melhor,
sempre mais linda
o perfeito, 
superado.




terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Mais um pouco sobre o amor.


O amor não parece ser chama, que se apaga com o tempo.

Parece mais ser chama que se esconde com o tempo, sempre disposta a reacender.

Se apaga, nunca foi amor.


Muitos chamam o amor passado de cicatriz.

Digo outra coisa sobre ele.


Primeiro, digo que amor não é ma-chu-ca-do

Logo...

Não pode ci/ca/tri/zar.


Depois, afirmo que, se amor fosse machucado

No dia que virasse cicatriz, deixaria de ser.

Amor nunca deixa de ser.


Posto isso, volto para a chama.

E vou ainda mais longe...

Digo que amor, nem chama é.

Porque a chama queima algo.


O amor é esse algo.

Amor é combustível infinito de sua própria chama.

Nunca apaga,

As vezes se acalma, m a s a p a g a r n ã o


O amor, fechado em si mesmo

Combustível da própria chama

Acaba por amar a si mesmo

nunca permite seu fim...

sábado, 20 de dezembro de 2008

Poesia do amor.


O sexo, pra mim, é uma mistura de política, tempo e música.

Sexo por sexo, nem discuto, porque esse nao é digno de discussão, já que é coisa sem propósito, é luxo e instinto.

Digno de discussão é o verdadeiro sexo. Aquele que faz das horas momentos que não serão esquecidos, esse sim, esse é politica, tempo e música.

Política, porque é essa que regula tempos de guerra e tempos de paz.

Tempo, porque é esse que nos faz conhecer, que nos permite o amor, tempo é o que constrói a experiência que, por sua vez , nos faz enxergar nas coisas simples pedacinhos da felicidade.

Música, porque é força que movimenta o corpo e que harmoniza esse com a mente. Como segunda propriedade, a música marca os tempos da vida, o momento que a música marcou, a música que é a nossa.

O sexo, é mistura de tudo isso, marca os tempos de paz, ao mesmo tempo faz perceber no corpo do outro os detalhes mais secretos e bonitos.E a manifestação de toda essa paz e admiração vem na forma de um ritmo único, música, harmonizando dois corpos, tempo, que ignora o próprio tempo e política que esqueceu a guerra.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Essas mulheres...


Tem gente que diz que não se apaixona. Eu felizmente, ou infelizmente, me apaixono várias vezes por dia, sei que é estranho, posso explicar.

Vejo aquela menina encolhida em seu casaco, olhando para um ponto, expressão de quem se perde nos pensamentos, como se o frio incomodasse seu corpo, mas nem chegasse proximo a sua mente, pronto, eis uma paixão.


Acho que essas musas, mulheres,alias todas as mulheres, são sim obra de arte. A mulher é obra de arte, símbolo da leveza do ser humano, ser que carrega o que existe de mais belo.

Hoje mesmo me apaixonei, estava chovendo, e eu, como sempre, resolvi andar na chuva, gosto de andar na chuva. Olhei para o farol, estava vermelho, um pouquinho mais para baixo, estava ela, musa.

Olhava para os lados, procurando por carros, mas parecia estar pousando, como se soubesse que de alguma maneira fazia do momento um desses que agente tenta roubar nas fotos, mas que só guarda mesmo na memória, as vezes até no coração.
Bom, assim vou me apaixonando, depois desapaixono e apaixono, desapaixono e apaixono,  mulheres...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Dente pra caramba.


Sempre comeco a gargalhar quando vejo alguem gargalhando, acho que o som é engracado.
Ou talvez eu comece a gargalhar porque imagino a razao da gargalhada daquela pessoa,comeco a rir tambem.
Existem coisas que sempre me fazer gargalhar, ou pelo menos sorrir;
Risada de bebe, dialetos estranhos (ô bichinho, cabra safado!), gente que esquece o que ia falar (ai eu sai correndo e..e... iii cacete), gente bebada (nao caindo, mas aqueles bebados rosados e sorridentes), as vezes comeco a rir de bobeira no metrô, acho graca, todo mundo serio, tentando se equilibrar.
As vezes tambem acho graca daqueles pequenos milagres ou ironias do dia-a-dia, uma borboleta passa dancando enquanto o camelo vende muamba no meio da praça da sé, tenho vontade de dancar junto, talvez eu ate dance, as vezes compro muamba.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Acordando.


Ahhhhhhhhh, preguica.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Resumo.


E ai, tudo bem?

-Ah, essa semana fiz um aborto porque fumei crack demais.

Que bom!